Traços
- Godrigues
- a vida são duas palavras; uma para te deixar a pensar qual é, outra para pensares no que não te deixou.
domingo, julho 12, 2009
Cores a Combinar ~ Não se é preciso ser Esperto, é preciso não se ser Burro
A Vida não se compara a Nada, isto porque sendo Nada, Nada seria – e não Vida.
quarta-feira, julho 08, 2009
Nin-al ~ guém
A história de um ninguém. Contaram-lhe que o bom esforço o levaria longe e assim continuou, esforçava-se ao máximo, apresentava-se todos os dias, cicatrizes lhe marcaram a viagem e quando chegou perto do fim, perto da esolha, depois de terem afirmado que sem esforço não há recompensa, e depois de todos os dias ter sido rebaixado e desprezado, tentando-se erguer entre todos os maus-olhados, foram escolhidos aqueles mais altos, os de lá de cima, que passavam com os joelhos bem acima da sua cabeça, esses que mal apareciam, e até um que nunca tinha visto.
E depois de toda a esperança, diluida em desilusão, este Ninguém que é igual a poucos Alguém, volta para casa devastado, sonhando com o dia em que erguerá a cabeça novamente.
Aliás, dificilmente um Ninguém se transforma em alguém.
Vazio
Como posso eu manter a minha cabeça erguida quando me retiram toda a minha pouca dignidade?
Como consigo eu ser superior se todos me pisam para chegar bem lá no alto?
Como posso eu sorrir verdadeiramente se todos os que se soltam são máscaras de carnaval?
Como posso eu dizer a verdade se as pessoas não estão dispostas a ouvir sempre um não?
Como posso eu ser esperto se continuo a cometer o mesmo erro?
Como posso eu voar na minha imaginação, se até neste espaço privado me conseguiram tirar as asas?
Como posso eu sonhar com o futuro se cada vez mais o presente se deteora deixando o passado numa melhor recordação?
Como posso eu ser feliz se ninguém me ama, compreende, ouve, ou me faça sentir algo útil?
Mundo, és a minha Corajem.
Bella, és o meu Medo.
terça-feira, julho 07, 2009
Nem todos os textos são inteligentes
How can I move on when I'm still in love with you?
Please, don't leave me
I just want you to give me back my broken parts
I'm beyond mistake
Now I feel there are not best friends; no, now I know that it's all subjective.
I just can't figure out why,
Isn't it Ironic?
Come with me to my planet, it's so diffrent.
You forgot about the promisses you made me.
I know I'm a terrible person, but
So what?
I don't have money to buy you flowers, but I can offer you my stupid and replaceble love.
I'm not to be trusted.
But I'm not sory for the things I've done.
I'm felling half-alive, dispite the fact that men are fools.
so so this is (not) christmas, but what have we done.
Another year over, and nothing happened.
It's ok that we're dieing, but I need to survive tonight.
Let´s hope this year is a good one, without any fear. Even people like me have the right to dream.
But (s)he walks away, and the sun goes down
My tears dry on their one - alone.
lucky I'm in love, but not for the person I do.
I ear you in my dreams, I ear you whisper across the see, but then I wake up and I realize it's not reality
I was born to dissepear.
I need you to try and save me before is to late.
Love is so wrong
I hate this song(written thing), because it was written for you, and you don't even read it.
I wish you'd fallen in love with me
Nobody knows.
Fuck you very much
Don't ever take a walk with me
segunda-feira, julho 06, 2009
Gustavo Rodrigues Teixeira

Condenando o Mundo a 25 de Agosto de 1993. Mimado até aos oito, Inocente até aos doze, Revoltado a partir dos treze e nunca Amado.
Simpáctico, burro - não de inteligência - , infantil, poupado, ignorante, estúpido, cromo, bom sentido de humor, pequeno, baixinho, compreensivo, descontrolado, chorão, confia demasiado nas pessoas, nunca lhe cumprem promessas, comilão, revoltado, suicida sem corajem, medricas, chato, irritante, falador, anormal, desprezado, magro, posto de parte, ignorado, apaixonado pelo teatro, infeliz sem a música, nascido para a falência da arte, sem voz para cantar, sem visual para modelar, com feiúra para vender sem lucrar, cola, infeliz, bipolar não comprovado, enraivecido não receitado, aquele que não aconselha a sua vida a ninguém, aquele que fala demasiado alto, directo ou indirecto - dependendo do que lhe dá mais piada, com a auto-estima no cu de judas, sem papas na lingua, ignora quem não gosta, tenta perceber quem gosta, sofre muito e queixa-se pouco - ou tenta -, enervado, divertido, apaixonado (outra vez), milagrosamente vivo e espantosamente desesperado.
Quem sou eu para dizer quando morrerá?
cedo
segunda-feira, junho 29, 2009
domingo, junho 14, 2009
Run away Love
Extravagância. Será só para chamar a atenção? Existirá mesmo?
Demasiado típico. Banal é tudo o que escrevo.
Diferente. Único é tudo o que não sou.
Palavras. Como a Miss Literatura diz, 'Imortalizam-me no vazio.'
Teatro. Simplesmente a Complicada coisa que me faz viver.
Miss Literatura. Aquela estranha pessoa que continuo sem entender.
China. Continua a assustar-me e eu continuo a não querer ir para lá apesar de me aconselharem.
Portugal. Apesar de menos produtivo e cheio de desemprego, continua a chamar-me para o seu aconchego.
(..)
E no meio da biblioteca, a mulher levantou-se sem erguer a cara ao silêncio, limpou a lágrima que teimava em chegar ao queixo mas que foi parada na bochecha, e deixou cair o livro no chão. A chuva sorria lá fora, esperando-a na inevitável queda que setenciou o derradeiro momento do adeus.
Ainda lá dentro, um dicionário de grego foi aberto.
sábado, junho 13, 2009
सिम
Saudades de dizer mil palavras sem ligação.
Saudades de perguntar o que é um cão.
Saudades de brincar de corda na mão.
E de aprender a saber dizer não.
Sou dos poucos que posso dizer que aprendi.
domingo, junho 07, 2009
Compilações - [quero lá saber das letras
E é como ela diz, queremos sempre o que não temos, quando não podemos e da maneira que não podemos ter. E ainda há quem ache engraçado.
Fui obrigado a dizê-lo, depois de tudo, numa conversa de desabafo quando finalmente saiu tudo o que podia sair no momento; '(…) os pedidos de desculpa por vezes vêm demasiado tarde.'
Não é verdade? Ela não pode acordar – ou fingir que acorda – e esperar que tudo seja esquecido. Sim. Depois de tudo!
Quem disse que os pilares não correm? Eles fogem a milhas – para não dizer a sete pés. A não ser que os meus sejam especiais – especiais são os deficientes – fugiram sem dar sinal nem tempo de eu arranjar uns novos, deixando-me a um fio de cair, como uma marioneta usada e estragada, sem apoio ou ligação que me prendesse a este Mundo que toda a gente diz cruel e que eu digo ser masoquista. Ou o masoquista não é aquele que gosta da dor? Pois este além de gostar, fabrica o seu próprio sofrimento.
As pessoas são seres bastante interessantes - de fascinante não têm nada.
Primeiro são como plasticina, moldamos-las como bem quisermos.
E depois, só se apercebem dos erros quando já é demasiado tarde.
O sol deita-se todos os dias, foge de mim, farto de me ouvir pedir boleia para o outro lado do horizonte, aquele bem longe que afirmam ser o mesmo destino – mas que eu não acredito, ou pelo menos gosto de não acreditar.
E a lua... ai a lua! Essa ainda me acompanha na solidão enquanto pode, mas também tem paciência pouca. Quando o assunto não lhe cheira, esconde-se nas nuvens que trazem a chuva, essa que me lava todos os pensamentos, purificando a alma que passado dois segundos sofre a mesma sentença de pensar no mesmo.
Antes eu disse 'O Desejo obrigou-me a correr, o Medo fechou-me os olhos'; agora digo que o Sofrimento me salvou, pois me ajudou a fugir, e que o Tempo se encarregou de me fazer arrepender da escolha.'
Demasiado banal? Não penso. Ou melhor. Penso que não, pois todos pensamos, e repetindo o que outrora me saiu sem querer: 'Penso que nada é como pensamos.' Logo, o que é que será afinal de contas?
E já agora, após tantas compilações, onde errei eu para Ela nem falar agora para mim? Nem um 'obrigado' em letra minúscula pelos parabéns foi dito. Ao que parece, quando me disse que eu era o seu melhor amigo, deveria estar num daqueles estados lastimáveis em que agora todos menos eu querem andar, em que se esquecem de praticamente tudo do que dizem.
É isso que dói mais, relembrar o passado. Essa ferida que de tantas vezes que foi remexida, chora mas não se queixa. Ainda pensei que o problema fosse do telemóvel, mas quando eu era o único que ficara de parte tudo ficou claro, ou não tanto; o 'porquê' ainda anda por aí à deriva, a fugir de mim.
Ele é uma mosca, eu sou o repelente; também não quero que ele se magoa ou que morra – e é esse o meu problema.
O Problema de letra grande.
terça-feira, abril 28, 2009
Excelente Trabalho! [sem paciência para letras
'Pára e Pensa! (digamos regra dos dois P's)
Tu ainda te queixas aí por os jogos não serem suficientes ou pelo telemóvel não ser o melhor, ou pelo computador não ser topo de gama, ou pela máquina não ter MP suficientes, ou talvez porque a casa é pequena, ou o carro não dá tanto nas vistas como devia, ou pela roupa... Pára! Cala-te. Pensa, ouve!
Há muita gente por aí que joga a mesma coisa desde que nasceu, (se não tiver a trabalhar), não devem fazer ideia do que é um telemóvel ou computador ou máquina fotográfica. Não têm casa, vivem na rua, e a roupa é composta pelos trapos que cosem do chão.
Agora diz-me. Ainda te queixas?'
Minha vez.
'Pára e Pensa. (novamente)
Tu ainda te queixas da minha irresponsabilidade, malcriadez, desorganização, parvoices, infantilidade. Que não te respeito (quando na realidade o faço), que não dou valor às coisas, que eu acho que sei tudo e que penso que mando. Depois que eu sou um exagerado que arranjo problemas em todo o lado, (quando na realidade quem os levanta és tu), e que faço o que me apetece.'
MENTIRA MENTIRA MENTIRA! (tanta que me dá vontade de atirar o que tiver à mão contra a parede; isto porque trincar já o deixei de fazer, a dor de dentes não é algo que eu adore)
Pois como eu devo dar graças por ter casa e roupa e comida até, (que me esqueci de mencionar a cima), tu devias dar graças de ter um filho como eu.
Agora, se o teu objectivo é ter um filho: que fuma quando tem asma, que se droga a torto e a direito, que chega todos os dias a casa, (ou nem consegue chegar) bêbado, um que se tenta suicidar pelo menos 3 vezes à semana, um que foge de casa por não o deixares sair, um que te insulta e que não quer saber da escola, e principalmente que te odeie mais que tudo, pois sim, estás no bom caminho. Excelente trabalho!
~ G'odrigues
domingo, abril 26, 2009
Altura não apropriada -
Olhava para ele - ele que sofria agora pela morte da mãe que acontecera à pouco. - Mas que posso eu dizer? Já não o via há bastante tempo, o àvontade já não é como era.
Sentei-me na beira da entrada, juntamente com mais uma outra coitada que também não sabia o que dizer.
Observei então - para meu grande espanto - a quantidade de pessoas, (da minha idade e maior parte meus conhecidos) que passaram por lá para ajudar o rapaz que se encontrava mergulhado em sofrimento.
Vinha gente de diferentes sítios, mas todos com o mesmo objectivo. Perguntei-me silenciosamente, se o lugar da dor fosse meu, estariam assim os bilhetes esgotados? Ou iria o espectáculo à falência? Aposto na segunda.
De súbito, apareceu-me em forma de palavras o que eu poderia dizer. 'És bastante sortudo'
Escusado será explicar o porquê de eu não o ter dito, não era a altura apropriada para o fazer. Mesmo com qualquer explicação extra anexada, a frase continuaria a ser uma aberração junto dos intelectuais.
-
~ G'odrigues
10,abafos
Mas sabem quando esse pessoa tem sorte, e é acompanhada por um amigo que lhe ajuda, amigo esse a que respeita e que tem a paciência suficiente para a aturar? Também não sou eu.
Já tentei, não deu resultado. Oficialmente, desisto!
~
numbers are letters that can combine
unified with colors and smokes that aren't mine
~ G'odrigues
segunda-feira, abril 20, 2009
T i l [t]
(farto das mentiras, dos cinismos, das bocas, dos insultos, dos sorrisos, dos olhares, dos cochichos, dos murmúrios, dos gestos, das caras, da naturalidade - como se nada se tivesse passado -, e da repetição. Oh, pois. Repetição esta, sem fim!)
~
~ G'odrigues
quinta-feira, abril 16, 2009
Rê| alces
Despercebidamente, um carro amarelo fez-se brilhar no meio da rua molhada de granito. Passava pelas poças a uma velocidade moderada, mas suficiente para molhar a rapariga que se encontrava a passar. O guarda-chuva era também amarelo, de plástico. Teria algum interesse? Apressou-se a desaparecer por detrás do prédio que se estende em frente, cor de tijolo partido.
A vida é única bem sei, (e ainda mais me dizem), só se vive uma vez. E a morte? Pensando positivamente, só se morre uma vez. Penso que é justo.
Ser comum, igual, entediante. Será correcta esta sinonímia de palavras? O comum pode ser alegre, mas todas as pessoas se queixam de males e o Igual pode ser Único, quando se é a única pessoa no Mundo. (probabilidades muito remotas)
Sei que ser diferente é bom. Todos o tentam ser, serem realçados no meio da multidão. Como um pontinho vermelho no meio do texto branco, ou como um feixe de luz numa sala escura. Mas nem todos os conseguem, e penso que quanto mais se tenta, (como é o meu caso), menos se consegue.
Bem que tento ter uma certa particularidade, algo que me defina positivamente como é claro, algo que seja unicamente especial em mim.
Procurei, procurei e procurei, fiz pesquisas sobre o tema e até o Google foi usado, mas nada é singular e diferente de uma forma boa em mim. Até o espelho já se recusa a me olhar novamente durante horas.
Penso que ao fim de tanto trabalho árduo, descobri que todos têm uma particularidade, e que no meu caso, não é uma singularidade boa. Nem todos o podem ter.
Mas é como disse anteriormente. É justo.
Só se vive uma vez, mas também é só uma vez que se morre!
~ G'odrigues
,invisibilida^dê
Os ouvidos já estão programados para não me ouvir. Os olhos têm o trabalho de se desviar sempre que ocasionalmente passam por mim e a função do corpo é afastar-se o mais rápido e para o mais longe possível.
(terei hepatite?)
Sem querer? Por acaso? Sim, pois, é tudo uma mera coincidência.
Serei invisível? Se assim for o meu espelho está estragado pois a minha triste figura atormenta-me todos os dias no pedaço de vidro que está colocado mesmo em frente à cama. Provavelmente seria melhor ser invisível, assim teriam razões para me ignorar, pois aí eu seria Ninguém!
A invisibilidade chega até a ser confortante, acolhe-me com os seus braços de silêncio que me cegam e me fazem esquecer tudo, obrigando-me a cometer o mesmo erro cada vez que decido ser ouvido.
É como ela 'diz', por mais vezes que sofra, não sou inteligente o suficiente para dizer chega, e deixar de tentar. Tentar ser Alguém.
Começo a duvidar se sou mesmo humano, serei mágico?
Não, sou Fantasma, já que para ser mágico tinha de ser Alguém.
~ G'odrigues
quarta-feira, abril 15, 2009
Ésses [mundos sem fim]
Eu tento parar, tanto de ouvi-la como de crescer em si. Não há solução.
(...) Gostava de ser como eles, Deuses, Reis, Heróis, Senhores e Feiticeiros de grande importância.. Importância! Importa assim tanto?
Apetece-me simplesmente carregar nas teclas cheio de fúria de não conseguir o que quero. Infantilidade? Mimalhice? Enfim...
O Sol está demasiado longe para me dizer como é ser o Grande, e a Lua também anda por esses lugares, impossível de me aconselhar com as suas palavras mudas que as estrelas ouvem atentamente, como aprendizes curiosos em conhecer a magia dos seus segredos.
Será assim tão difícil conceder-me o desejo de conseguir ouvir?, escutar?, gostar?
~ G'odrigues
segunda-feira, março 30, 2009
Ácèñtôs ¨
Será assim tão bom crescer como fantasiamos quando somos crianças inocentes?
Pelo menos eu gostaria de ter a minha inocência de volta, alegre ao Mundo, e cego aos problemas.
Penso que nada é como pensamos e provavelmente o meu receio em crescer é tornar-me o que não quero, e ter a responsabilidade que não desejo.
Tornar-me-ei como eles? Marionetas sem vida que desesperam por dinheiro para sobreviver? Ignorantes que vivem para outros? Sem coração? Sem sonhos?
Uma coisa tenho a certeza. Não quero crescer. Quero fugir da sentença inevitável e ser inocente para sempre. Como se fosse possível sobreviver assim. Quero que ninguém me olhe de cima, como o fazem todos os dias; mas também não quero ser eu a olhar para baixo. Quero ser feliz, quero me divertir, quero tanta coisa impossível.
Poderei alguma vez voltar a sonhar com o desejo de voar como o fazia antes? Poderei eu voltar a acreditar no Pai Natal? Ou até na Fada dos Dentes, e mergulhar na fantasia dos filmes que nos alimentam de expectativas; facas disfarçadas que nos atravessam sem piedade, consolos essenciais com efeitos secundários?
Quero a minha inocência de volta! Alguém ma pode devolver?
~ G'odrigues
quinta-feira, março 26, 2009
( didascálias )
- Bom dia. (levanta ligeiramente a cabeça olhando furtivamente através dos cabelos sujos enquanto mastiga uma pastilha elástica de mentol)
- Eu vinha pelo...
- Anúncio. (interompeu, sempre a mastigar de boca aberta)
- Não, era mesmo por... (ajeita a franja para trás da orelha esquerda)
- Procura de trabalho. (repetiu)
- Não. Era... (a franja cai)
- Pois daqui não leva mais nada. (afastou-se na cadeira com rodinhas perras e voltou-se para uma caixa cheia)
- Não é daqui que se trata de...? (tentou uma última vez)
- Certamente que não. (tentou mostrar-se superior agora sem pastilha elástica e com o cabelo preso num rabo mal centrado)
- Continuação de um bom dia. (olhou uma ultima vez para o placar que dizia: 'Anúncios! Emprego! Perdidos e Achados!'...)
- Unf. (desprezou)
Não há morais em todas as histórias. Mas há uma história para cada moral!
~ G'odrigues
quarta-feira, março 25, 2009
[ex]clamações !
Será inveja? Ciúme? Não sei. Acho-o feio e detestável, com uma personalidade terrível, (embora de aparência [a personalidade] razoável)!
Eu já o conhecia antes da aparição. E o que mostrava não era o que mostra hoje!
Será por eu não acreditar que as pessoas mudam para melhor? Eu acredito que elas mudem, mas todos os casos que vejo é para pior! E de tantas situações dessas, a minha credibilidade extinguiu-se.
Será por eu ser casmurro? Será por eu não ser 'popular' ou 'fiche(com 'x')'? Não o quero ser, não sou e muito provavelmente nunca o serei! Nunca se sabe o futuro.
Mas uma coisa tenho a certeza.
Odeio-o apesar de não me ter feito nada de mal. É uma coisa inevitável que se pode controlar, mas não mudar.
~ G'odrigues
terça-feira, março 24, 2009
Com(m)a,
Tal como ela diz, o chinês também não é para mim, apesar de eu não o achar tão difícil. E tal como tantos outros dizem, eu deveria era estar no Português, mas acabam todos por concordar que a China é mais produtiva e que Portugal é uma lástima a abarrotar o desemprego... Portugal só nas férias, (por assim dizer).
A fobia dos espelhos continua acesa. Não é medo.
E o meu preguiçoso cérebro continua à espera da lua que se deitará, e do sol que se erguerá no dia em que eu começe a acredtiar em mim... completamente impossível!
Os ponteiros não param,
~ G'odrigues
domingo, março 22, 2009
Reti(e)cências
Porque será que continua a ignorar-me e a mostrar tudo o que não quero ver?
Será mais fácil deixar de olhar para ele? Deixar de falar com ele?
Lá estou eu a falar de espelhos'
Seria mais fácil pedir ao tempo que parasse ...
~G'odrigues
sábado, março 21, 2009
Pontos de Interrogação?
Os dedos apontavam todos na mesma e maldita direcção.
A chuva começou a fluir dos cristais, gotas que escorregaram pela seda pálida e imperfeita, libertando-se mal chegando à ponta da montanha invertida... a peruca continuará sempre a servir, tal como os dedos, que não se vão ausentar.
E ao chegar, todos ficam á espera duma reacção, de algo para comentar, algo para criticar e apunhalar nas costas; pois, porque os sorrisos abundam nas terras em frente, disfraçadas pela mentira que continuo a acreditar proprositadamente, ou não.
Os espelhos mostram apenas a verdade, e porque não pessoas como espelhos? Ou espelhos como pessoas? Até que ponto seria bom? Tudo translúcido a mostrar a verdade, sem nenhum mistério a tornar especial o ser.
Especial... diferente? Valerá a pena ser diferente se ninguém nota? Valerá o esforço de se ridicularizar sem se tornar especial? ~
~ G'odrigues
